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sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Esperança para viver











Todo fim de semana prolongado fala de alegria e tristeza. Alegria, por causa do encontro de amigos e familiares; tristeza, pelo elevado número de acidentes que matam, ferem e mutilam pessoas ansiosas por desfrutar as boas coisas da vida.

É interessante observar que, em 75% dos acidentes com vítimas fatais, o motorista está alcoolizado. Uma atitude preventiva pode evitar que um inocente feriado se torne um campo de batalha, onde centenas de pessoas se despedem da vida.

Ao mesmo tempo em que percebemos na prática de muitas populações o descaso com a vida, um grito ecoa dos laboratórios que estudam a longevidade: “Viver mais e melhor e, se possível, não morrer.” Aubrey De Grey, geneticista da Universidade de Cambridge, é um dos maiores defensores da tese de que é possível ao ser humano viver mais de mil anos. Para Grey, “em algum momento no futuro, com a medicina cada vez mais poderosa, seremos capazes de tratar o envelhecimento com a mesma eficiência com que tratamos muitas doenças atualmente”.

Enquanto a ciência corre em busca da vacina para a morte, imprudência, genética ou falta de prevenção continuarão a ceifar a vida das pessoas que amamos, e a nossa também. Podemos fazer algo para esticar um pouco mais a própria vida? Claro: cultivar o bom humor, amar o próximo, preocupar-nos menos, escolher alimentos saudáveis, beber água limpa, não tomar bebidas alcoólicas, não fumar, dormir mais cedo, fazer exercícios físicos e entregar a vida nas mãos de Deus.

De qualquer forma, quando a morte chegar para alguém a quem você muito ama, lembre-se de que Deus tem um excelente plano para sarar a sua dor. Esse plano é melhor do que jogar um corpo morto num tubo e congelá-lo a 196 graus negativos à espera do dia em que os médicos o ressuscitem. O plano divino foi revelado nas palavras de Jesus Cristo: “Eu sou a ressurreição e a vida. Aquele que crê em Mim, ainda que morra, viverá” (João 11:25).

veja o artigo na integra em:

http://www.esperanca.com.br/novo/?p=45

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Abuso sexual infantil,denucie













http://www.portaladventista.org/quebrandoosilencio/


Abuso sexual infantil


Campanha Quebrando o Silêncio"- Blogagem Coletiva, Leia o artigo e mantenha-se informado.

É uma das formas mais graves de maltrato infantil, consiste na utilização de um menor para satisfação dos desejos sexuais de um adulto, encarregado dos cuidados da criança ou alguém no qual este confie. Qualquer tipo de aproximação sexual inadequada que aconteça entre menores de diferentes etapas evolutivas e/ou o uso de algum tipo de coerção (física ou emocional), também se considera abuso sexual.

O abuso sexual reiterado não distingue classe social, nem nível sócio-cultural, constitui um dos traumas psíquicos mais intensos e tem conseqüências sumamente destrutivas na personalidade da vítima.

Os indicadores específicos de abuso sexual infantil são:

Físicos

• Lesões nas zonas genital e/ou anal
• Sangramento pela vagina e/ou pelo ânus
• Infecções do trato genital
• Gravidez
• Qualquer um dos indicadores anteriores junto com hematomas ou escoriações no resto do corpo, como conseqüência do maltrato físico associado

Psicológicos

• Relato da vítma

Em crianças em idade pré-escolar também podem ser indicadores: condutas hipersexualizadas e/ou auto-eróticas; transtornos do sono (pesadelos, terrores noturnos); condutas regressivas; enurese; retração social; temores inexplicáveis ante pessoas ou situações determinadas.

Também podem ocorrer mudanças bruscas no rendimento escolar; problemas com figuras de autoridade; mentiras; fugas de casa; fobias; excessiva submissão frente ao adulto; coerção sexual dirigida a outras crianças; queixas somáticas (dores de cabeça e abdominais); delinqüência.

Nos adolescentes alguns indicadores de abuso sexual são: prostituição; coerção sexual dirigida à crianças; promiscuidade sexual; uso de drogas; condutas auto-agressivas; delinqüência; excessiva inibição sexual; anorexia e bulimia.

Seqüelas e reabilitação

Os maus tratos na infância deixam seqüelas no desenvolvimento emocional das vítimas e se tornam praticamente irreversíveis quando o maltrato for crônico. Entre os antecedentes de jovens e adultos com transtornos graves de personalidade (neuróticos), encontra-se sempre alguma forma de maltrato na infância e na adolescência.

Segundo especialistas, nos casos de maltrato físico, emocional e negligência, a reabilitação familiar é possível em 70 ou 75%, sempre que se cumpram os tratamentos indicados. Nos casos de abuso sexual a possibilidade de reabilitação é variável, porque com freqüência se torna impossível restabelecer a convivência.

É muito importante, quando se suspeita ou se confirma o maltrato infantil, avaliar o grau de risco familiar antes que a criança volte para casa. Isto requer tempo e a intervenção de uma equipe interdisciplinar especializada composta de médicos, psicólogos, assistentes sociais e advogados.

Por outro lado, o assessoramento e a intervenção planificada a nível governamental e comunitário são fundamentais para evitar que as vítimas fiquem expostas a uma situação de risco pior que o motivo da consulta.

Fonte:

http://boasaude.uol.com.br/lib/ShowDoc.cfm?LibDocID=3205&ReturnCatID=1800





Você criança ,adolescente ou jovem que sofreu algum tipo de agressão ,lembre-se que
’’ Jesus te ama", quer te ver bem e feliz então denucie

domingo, 30 de agosto de 2009

Deus transforma a amargura em alegria











Hoje quando cheguei ao meu trabalho, encontrei uma colega que gritava tanto “Eu não aceito isto “ antes de entrar já podia ouvir o seu pranto. Há poucos dias atrás; o seu pai faleceu e sua mãe está muito doente ,já algum tempo sofrendo sem poder andar em uma cadeira de rodas.Uma mulher, que na sua juventude foi ativa professora de Educação Física.

Esta amiga estava tão amargurada que não ouvia ninguém e todos se assustaram sem saber o que fazer. Nesta horas de dor e sofrimento pela perda de um ente querido o que dizer ?

Eu e outra colega também evangélica a chamamos para orar juntas, foi aonde ela se acalmou , então me lembrei desta passangem bíblia..

Na época em que os juízes governavam ,houve fome na terra.Um homem chamado Elimeleque saiu de sua pátria e foi habitar em Moabe, com sua mulher e seus dois filhos.

Tempos mais tarde Elimeleque morreu, deixando seus dois filhos e sua esposa , depois de sua morte Noemi viveu em em Moabe durante dez anos .

Os filhos de Noemi se casaram construíram famílias mas ,também morreram.

Noemi que era uma mulher feliz , depois destes acontecimentos ficou desamparada, triste e amargurada porquê estava sozinha com suas duas noras.

Então resolveu voltar para sua terra natal, uma de suas noras chamada Ruth tinha um grande carinho pela sua sogra e decidiu seguí-la prometendo- lhe ''que aonde ela fosse ela iria, que o seu povo seria o dela e que serviria o mesmo Deus''.

A história continua, o texto aqui apresentado foi narrado na bíblia no livro de Rute no capitulo I onde no versículo 20 ao lermos podemos perceber a dor e amargura de Noemi. Quando ela chega em sua terra onde os amigos a recebem ela esta tão triste que pede que mude o seu nome '' Não me chameis Noemi; chamai-me Mara, porque o Todo-Poderoso me encheu de amargura''.

A amargura não continua para sempre ela pode durar uma noite,alguns dias mas alegria vem como recompensa ’’ Pois tudo colabora para o bem daqueles que amam a Deus’’ e foi assim na história de Noemi .

Passando um determinado tempo, ela se casa novamente com um homem bom chamado Boaz e Deus lhe concede um filho que o chamaram de Obede.

(v14) Disseram, então, as mulheres a Noemi: Bendito seja o Senhor, que não te deixou hoje sem remidor; e torne-se o seu nome afamado em Israel.

E Noemi que tomou Ruth como sua filha recebe o seu neto ,um presente de Deus que deu continuidade a sua sua geração .

Obede gerou a Jessé, e Jessé gerou a Davi ,onde tempos depois veio o nosso salvador "Jesus Cristo "

Não sei qual é a dor o amargura que atinge você mas, sei que Deus pode transformar esta dor em alegria.

Paz seja convosco!