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quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Eventos atuais e as profecias Bíblicas



Ao avaliarmos eventos mundiais contemporâneos, queremos entender que papel eles podem ter na montagem do cenário para os eventos profetizados na Bíblia. Ao mesmo tempo devemos lembrar que, enquanto o mundo continua a mudar, só Deus conhece o futuro. Devemos avaliar eventos atuais à luz da Bíblia, e não ao contrário. Precisamos conhecer e compreender as profecias da Bíblia para discernir melhor o papel dos atuais eventos mundiais. Entender os eventos mundiais e as profecias bíblicas corretamente significa equilibrar a tensão entre os dois em nossas vidas diárias. O Dr. Ed Hindson escreve sobre essa tensão: Cada um de nós planeja sua vida como se ainda fosse viver muitos anos. Temos responsabilidades com nossas famílias, com nossos filhos e netos, e com outras pessoas à nossa volta. Mas também devemos viver como se Jesus viesse a qualquer momento.
É difícil para os descrentes entender a abordagem equilibrada que devemos ter do futuro. Nós crentes não tememos o futuro porque acreditamos que Deus o controla. Mas ao mesmo tempo, não o vemos com otimismo desenfreado.
Devemos estar sempre preparados para o amanhã, reconhecendo que, em última análise, é Deus, e não indivíduos, quem controla o futuro. Ao observar os eventos atuais (e todos os aspectos das nossas vidas) através das lentes das Escrituras. A Bíblia interpreta as notícias; as notícias não interpretam a Bíblia. A volta de Jesus Cristo é nossa esperança – não a hora da Sua volta. Não devemos ser como a criança numa viagem de carro que fica perguntando a seu pai a toda hora, "Está perto, pai?" Ou, "Falta muito?" Como o pai dirigindo o carro, sabemos que estamos nos aproximando, mas não podemos dizer com certeza quão perto estamos. (Thomas Ice e Timothy Demy - http://www.chamada.com.br)
Foto Fernando Kallás

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

O time escolhido pelo mestre dos mestre



Digamos que precisasse de liderados, teria que escolher uma equipe ou um time.
Você escolheria este time ?
Seu nome era Mateus, publicano, coletor de imposto apesar de ser sociável e gostar de festa tinha uma péssima reputação, estava a serviço do império romano e os judeus o odiavam. Tomé tinha a paranóia de insegurança não confiava em ninguém , só acreditava no que via e muitas vezes tinha duvidas,lógico faltava-lhe sensibilidade e imaginação . Pedro era o mais forte determinado, sincero, era inculto,intolerante,irritado ,impaciente, agressivo não suportava ser contrariado não expunha idéias mas empunha. Uma certa vez cortou a orelha de um soldado sua reação quase provocou uma chacina,se você tivesse um aluno assim queria que tivesse em qualquer lugar do mundo menos na sala de aula. João era o mais jovem, amável prestativo e altruísta mas também era ambicioso,intolerante e intempestivo e almejava a melhor posição dentro do grupo .Judas Iscariotes, era moderado,dosado,discreto, equilibrado nunca se quer tomou uma atitude agressiva ou impensada jamais foi repreendido sabia lidar com contabilidade sendo assim cuidava do dinheiro do grupo pertencia a um grupo social de refinada cultura e mostrava preocupação com as causa sociais. Bem se colocarmos todos estes homens diante de psicólogos , todos seriam desaprovados exceto ,Judas era o mais bem preparado só tinha um problema, não era transparente ninguém sabia o que se passava dentro dele estas característica corroeu sua personalidade como traça no qual levou a ser infiel um traidor. Então estes homens citados a cima foram os discípulos de Jesus Cristo o mestre dos mestre sua escolha não foi baseada em que possuíam, mas no que eles eram.Ele preferiu começar do zero sem preconceito, preferiu a pedra bruta para ser lapidada.
Os discípulos de Jesus foram homens comuns trabalhadores , os quais Deus usou de maneira extraordinária e tiveram a missão da expansão do reino de Deus aqui na terra.
Fonte - Nunca desista de seus sonhos, Cury,Augusto pág 29

Vejam em, Mateus 4:18 Caminhando junto ao mar da Galiléia, viu dois irmãos, Simão, chamado Pedro, e André, que lançavam as redes ao mar, porque eram pescadores.
Mateus 4:19 E disse-lhes: Vinde após mim, e eu vos farei pescadores de homens.
Mateus 4:20 Então, eles deixaram imediatamente as redes e o seguiram.
Seja você também um discípulo de Jesus !

domingo, 11 de janeiro de 2009

PEDOFILIA : O Pecado entre o Crime e a Doença



PEDOFILIA : O Pecado entre o Crime e a Doença
Localizada nos limites entre a doença para alguns e crime para outros;considerada aberração pelo senso comum e pelos tribunais, a pedofilia ganhou as manchetes nos últimos meses. Por que padres, pastores, médicos, pais, padrastos, homens adultos ultrapassam as fronteiras ? Como explicar a pedofilia ? Quais cuidados tomar? O desejo libidinoso de adultos por crianças é tão velho quanto a humanidade. Ele é considerado na Bíblia como pecado, junto com outras perversões sexuais tais como sodomia, homossexualismo, sadomasoquismo, exibicionismo. Entretanto, é praticado sobre os olhares coniventes da sociedade, especialmente em países que se utilizam do turismo sexual infantil tal como no Leste Europeu, Ásia e no próprio Brasil. Apesar de a imprensa estar noticiando, nos últimos meses, os escândalos pedófilos ocorridos na igreja e no ambiente médico, é necessário que se afirme que a pedofilia é prática antiga, tanto nesses lugares que agora se revelam, como nos palácios e ambientes artísticos. Sua presença, no entanto, é mais freqüentemente observada na intimidade dos lares onde ocorrem cerca de 80% dos casos envolvendo pais, tios e padrastos. Até os nossos dias, a pedofilia recebia o mesmo tratamento que se dava às demais aberrações sexuais: silêncio. O silêncio é imposto porque a pedofilia envolve questões econômicas que geram cerca de 5 bilhões de dólares só nos EUA e Leste Europeu. Todos os dias as nossas casas são invadidas por imagens de ninfetas que nos tornam presas (as vezes inconscientes) do poder libidinoso da infância e da puberdade. Inúmeros programas de televisão estimulam crianças a liberarem a sexualidade e seu poder de sedução precocemente. Novelas, programas infantis, (reality) shows e outros programas parecem ter esse mesmo propósito. Existem 596.000 sites na internet estimulando a veneração e a venda de imagens de crianças erotizados, impondo-nos um silencio até hoje de cumplicidade. Outra razão é o fato de a pedofilia ser praticada por pessoas poderosas que seduzem ou impõem violência sobre as crianças, impedindo-as de falarem sobre a questão. Geralmente, os pedófilos se escondem na posição que ocupam para esconder suas práticas como, por exemplo, pais, padrastos, padres, pastores, professores, médicos, artistas etc. A pedofilia é um aspecto do horror humano que a Bíblia chama de natureza pecaminosa do homem. A natureza pecaminosa do homem é misteriosa quanto aos seus limites. Seu reinado alcança todas as pessoas, todas as organizações e todo o universo é por ela afetado. Ninguém pode estar livre dessa natureza, se não crer na obra de Cristo. Quando se tornam pessoas cristãs verdadeiramente e não religiosos apenas, passam por um processo de transformação em que a mente é, passo a passo, curada pelo poder e ação do Espírito Santo. (Ef. 4:17-22). A integridade física e emocional das crianças precisa ser preservada. Limites precisam ser impostos; as leis precisam ser mais rigorosas; as autoridades, mais atentas e a sociedade precisa reagir. Quanto às crianças, devemos ficar atentos especialmente com profissionais que lidam com crianças, quando muito solícitos com a criançada, solitários, de sexualidade não resolvida, pois entre esses podem se situar pedófilos. Quanto aos seres humanos que têm essa tendência à pedofilia, as leis não conseguem mudar suas mentes, curá-los. Eles precisam de tratamento, transformação das suas mentes e hábitos, antes que venham à prática da pedofilia, e para que isso aconteça eles precisam de Jesus Cristo, o Senhor! Por Naamã Mendes

Fonte - http://www.reflexoes.diarias.nom.br/