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sábado, 27 de dezembro de 2008

Cristo traz esperança aos desesperados, diz capitão do Exército da Salvação



Autor do mais recente Pensamento do Mês do Exército da Salvação, Turner censurou a igreja por não ser mais acolhedora para os "falhados" da comunidade e desafiou os crentes a alcançarem as partes mais baixas e exteriores das suas próprias portas de casa.

"Adoramos ver programas de TV como o 'Beyond the Boundaries', em que pessoas deficientes aceitam desafios nos quais a maioria das pessoas normais fracassariam. Aplaudimos os 'falhados' que são bem sucedidos", escreveu ele no seu artigo.

"Mas e quanto às partes baixas e exteriores da nossa comunidade - aqueles com problemas de bebida e de álcool, casamentos desfeitos, incapacidades ou doenças?"

"A maioria das pessoas não tem tempo nenhum para eles. Mesmo nas nossas igrejas, aqueles que 'não se encaixam' podem sofrer uma dura viagem."

O Capitão Turner apontou para o exemplo dado por Jesus oferecendo perdão à mulher Samaritana que se tinha divorciado cinco vezes, a cura que ele trouxe aos deficientes, e as ocasiões em que ele tocava leprosos - uma condição que Turner descreveu como "o problema do VIH/Sida dos tempos de Jesus".

"Jesus tinha muito tempo para os inadaptados - quer devido a deficiência ou posição social", escreveu ele. "Dentre os altos voadores do seu Grupo dos Doze contavam-se um ex-cobrador de impostos e um ladrão que o acabou por trair. Mas Jesus sabia que com o Espírito de Deus neles, as pessoas podem mudar."

O Capitão Turner concluiu relembrando aos Cristãos que Deus tem a capacidade de salvar até mesmo os maiores falhados.

"Lembrem-se que Deus tem a mesma atitude que um bom fã de esportes", observou. "Com o treino correto e uma aplicação apropriada (o Espírito de Deus trabalhando nos nossos corações para aplicar a Sua Palavra), o maior falhado pode ser transformado e receber a vida eterna"

Fonte: Diário Cristão

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Natal é esperança




Natal é festival de esperança. E o que mais o mundo necessita hoje é esperança autêntica. Temos posto a esperança em coisas erradas. Esperança no progresso humano, no gênio inventivo, no futuro melhor, no poderio militar, na segurança financeira, na eficiência do governo, nos movimentos, nos grandes líderes, nos partidos políticos, nas negociações de paz. Mas todos tem falhado em nos dar esperança. Temos descoberto que ter esperança em qualquer deles é conhecer desapontamento e finalmente experimentar o desespero.

A desesperança, contudo, é também profundamente pessoal. As pessoas nos desapontam quando nelas pomos a nossa esperança. Quando não podem ser a nossa fonte de felicidade, nosso coração se parte. Colocamos a esperança em nossas carreiras, em nosso planejamento financeiro e em nossas habilidades. Os revezes da vida nos chocam com a compreensão de que nossa esperança se encontra no lugar errado. Nossos planos para o futuro podem empurrar-nos para o amanhã com o anseio de que as coisas hão de acontecer como sonhamos. Mas as coisas raramente funcionam como planejamos. As circunstâncias, as pessoas, nós mesmos, e os nossos talentos não são fontes confiáveis de esperança.

Precisamos de algo mais que sonhar acordados ou esperar cegamente que tudo dê certo. Precisamos de uma esperança vibrante na dor, coerente no pesar, incansável no quebrantamento de coração, inatacável no desapontamento e imorredoura na pressão da vida. Você possui uma esperança assim? A sua esperança é confiável?

A verdadeira esperança não advém do planejamento, nem provém da procura da esperança. Ela cresce a partir de duas convicções básicas: que Deus está no controle e que Ele intervém. É por isso que uma verdadeira experiência do Natal nos traz esperança duradoura.

"O fundamento de nossa esperança é Cristo no mundo, e a evidência de nossa esperança é Cristo no coração" (Matthew Henry).